Um brasileiro residente em Danbury, no estado de Connecticut, foi preso sob acusação de agressão sexual contra uma mulher que frequenta a mesma igreja que ele. O suspeito foi identificado como Carlos Eduardo Ribeiro de Arruda, natural de Santa Rosa de Goiás. Segundo as informações divulgadas, ambos integram a comunidade religiosa da Igreja ABBA.
De acordo com o relato da vítima, que é casada e mora no mesmo condomínio que o acusado, o episódio aconteceu quando Carlos Eduardo foi até seu apartamento e a convidou para ir à residência dele. A mulher recusou o convite e, ao se virar para entrar em casa, teria sido surpreendida pelo suspeito.
Ainda conforme o depoimento, Carlos Eduardo teria entrado no apartamento atrás dela, agarrado a mulher por trás e tocado suas partes íntimas sem consentimento. A vítima conseguiu se desvencilhar e acionou imediatamente a polícia.
Após a denúncia, o brasileiro foi preso. Ele posteriormente pagou fiança e foi colocado em liberdade enquanto aguarda o andamento do processo judicial. Uma audiência está prevista para o dia 29, em Danbury.
Além de comunicar o caso às autoridades, a mulher também teria entrado em contato com o pastor da igreja frequentada pelo suspeito para relatar o ocorrido.
Segundo as informações recebidas, até o momento não há notícia de providências adotadas pela liderança religiosa. Carlos Eduardo também continuaria vinculado à equipe de louvor da congregação.
Não foi apresentada uma manifestação oficial da Igreja ABBA sobre a denúncia ou sobre eventuais medidas internas relacionadas ao caso.
Histórico de prisão anterior
Informações levantadas sobre o suspeito também apontam que ele teria sido preso anteriormente, em 2021, em um caso relacionado a estelionato. Não foram fornecidos detalhes sobre o desfecho daquele procedimento judicial.
A acusação atual ainda será analisada pela Justiça. Carlos Eduardo deve comparecer à audiência marcada para o dia 29, quando o processo terá continuidade.
A prisão e a apresentação de acusações não representam condenação, e o brasileiro tem direito à presunção de inocência até decisão judicial definitiva.
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